Outros
Petrus RETURNS
por Petrus em mar.31, 2010, em Outros
Olá amigos, amigas e pseudos-críticos! Eis aqui o seu amigo que esqueceu da existência desse blog. Depois de muito tempo, estou de volta, com novos artigos e um novo template novinho e folha. Ele é tão bom que vocês não vão notar a mudança de template.
E como dizia Willian Bonner: Isso é tudo pessoal!
Doença e desculpas
por Petrus em ago.11, 2009, em Outros
Muitas pessoas andam perguntando quando é que vou atualizar de novo o meu blog. Tá bom… Não é muita gente… Apenas umas 10 pessoas…
Ok. Não vou mentir. Ninguém anda me perguntando isso.
Porém, como um bom blogueiro, tenho o dever de dar uma desculpa esfarrapada. Mesmo que, exclusivamente, dessa vez não é uma desculpa esfarrapada.
Como castigo por ter feito o quadrinho que zoa a Gripe suína, eu fiquei doente. (Se bem que valeu a pena) Estou passando uma semana em repouso para me recuperar de uma pequena infecção pulmonar. Ou seja, estou passando uma semana inteira mofando na internet. E mesmo assim, não posto no blog pois me falta criatividade. Acho que é o mal estar =D
É isso… Esta é a minha desculpa.
E como diz o Willian Bonner francês: Bonne nuit
Um pai com o seu filho
por Petrus em ago.02, 2009, em Cotidiano, Outros
Eu tinha me esquecido que dia de Domingo era o dia de histórias moralistas. Ai está o de hoje.
Um pai com o seu filho
Em uma bela tarde de domingo, um garoto estava em casa jogando seu video-game. Era interessante a atenção que o garoto prestava ao jogo. Ele simplesmente não desgrudava os olhos da televisão. E foi por causa do comportamento daquele garoto que chamou a atenção do pai do mesmo.
O pai estava passando quando viu o filho jogando. Foi aí que ele resolveu olhar o jogo. Depois de um tempo o pai falou:
-Oi filho. – O filho não respondeu. – Filho? – Falou o pai novamente, mas o filho não respondeu. Era impressionante como o garoto não despregava os olhos do jogo. O pai analisou a situação e depois de alguns segundos ele aplicou em seu filho uma tapa na cabeça. Popularmente conhecido como “pedala Robinho”.
-Pai! Isso doeu! – Falou o garoto. Curiosamente, ele havia apertado o botão “pause” do controle antes de falar.
-Bem que mereceu. Estou há um bom tempo te chamando e você não responde! – Falou o pai com um tom de voz firme que deixou o filho envergonhado.
-Desculpa. O que o senhor queria mesmo?
-Somente queria saber se você gostaria de caminhar com o seu velho pai. – Falou, já com um tom de voz calmo. O menino, já com a vista cansada de tanto jogar, parou e pensou. Olhou para o jogo como se estivesse analisando a situação e falou:
-Depois de terminar o jogo eu vou, pai.
O pai analisou e concordou. Os dois combinaram que quando o jogo acabasse, o filho iria se encontrar com o pai na pista de caminhada do parque. E assim foi feito.
A tarde passou e logo anoiteceu. O pai voltou chateado para casa, pois seu filho não compareceu. E quando ele entrou na sala de vídeo, encontrou seu filho Grudado no vídeo-game. “Meu Deus!” disse o pai impressionado pelo vício do menino. Ele se aproximou do filho e aplicou-lhe novamente o popular “pedala Robinho”.
-Pai! De novo? – Falou o menino depois, é claro, de ter apertado “pause”.
-Desculpa filho, não consigo segurar minha mão. – falou o pai com ironia. – Você não disse que quando acabasse o jogo iria caminhar comigo?
-Disse… Sendo que eu ainda não terminei o jogo.
-Não?
-Não. Estou preso neste estágio desde que o senhor saiu.
-Hum… Que estágio do capiroto é esse?
-Esse pai. – Falou o menino, apontando para a televisão. O pai olhou e analisou. O filho olhou atento para o pai que parecia estar pensando em algo do jogo. Depois de um tempo, o homem falou.
-Já experimentou empurrar aquele muro? – O filho automaticamente olhou para o jogo e notou que ainda não tentara aquela possibilidade. Ao pensar nisso, ele sentiu uma tapa em sua nuca. O filho olhou para o pai e o pai fez um gesto com a cabeça, como se estivesse dizendo para empurrar a parede. E assim o fez… E o menino conseguiu passar daquele estágio. Abobalhado, o filho ficou olhando para o jogo, não crendo na coisa simples que era para fazer. O pai, analisando isso, falou:
-Muito bem… Vamos caminhar? – Ao dizer isso, o filho olhou indignado para o pai.
-Vamos caminhar durante a noite?
-Se você tivesse ido quando te chamei, não teria de ir durante a noite. – Falou o pai, com um leve sorriso no rosto.
-Mas pai…
-Nada de “mas pai”. Você prometeu que quando terminasse o jogo iria caminhar. Se vista e vamos – O filho analisou e concordou. O pai viu que seu filho estava envergonhado. Então o abraçou. Um leve sorriso passou pela face do pai – Da próxima vez, ouça o seu pai, meu filho.
Moral: Sempre escute e siga os conselhos dos seus pais, pois eles te levarão ao caminho certo. Ao menos que você seja filho de algum presidiário, mafioso, traficante ou político.
Crianças, internet e uma Lindsay Lohan safadinha
por Petrus em jul.23, 2009, em Outros
Eu sei… Com esse texto eu estarei dando uma de papai preocupado com a educação do filho. Porém, como um bom repórter (cargo concedido a mim pelo Supremo Tribunal Federal) eu devo reportar a você internauta e, provavelmente, brasileiro os problemas que a internet concede aos nossos infantes. E para demonstrar isso, vou narrar uma coisa que aconteceu comigo. Em seguida, uma análise do metido à crítico aqui. Ou seja, se você não quer ver um texto longo, ponha na conta do Papa, amigo.
Novas idéias e o PPABreporta
por Petrus em jul.19, 2009, em Outros, Política
Você que está lendo o meu blog deve ser uns dos poucos que lêem os meus textos. Eu não tenho grandes planos para esse site, porém eu tenho a tendência de dar uma renovada nas idéias. E é pensado nisso que estou adicionando duas idéias ao blog. Uma, já existente, se trata do PPAB Reporta. Vídeos os quais eu faço entrevista e falo sobre assuntos. Um blog áudio-visual, bem dizendo. A outra idéia é criar tirinhas, cujo protagonista sou eu, através de montagens estranhas do photoshop.

Exemplo de um quadrinho das tirinhas
Agora, falando do PPAB Reporta, estou pensando retomar a idéia. Eu criei a meses atrás e depois abandonei. Abaixo, está o primeiro e único vídeo da série.
Pretendo dar uma mudada no estilo e implantar a moda HD dos vídeos do Youtube.
É isso… E como diz o Willian Bonner paraguaio: Buenas noches.
Saudades e desculpas
por Petrus em jul.01, 2009, em Outros
Acabo de chegar de viagem. Vim de um dos lugares mais lindos que já vi. Agora, sentado nessa mesa de computador, fico refletindo a vida. Olho pela janela e vejo dezenas de prédios que completam o cenário de Recife. O som dos carros que passam pela avenida completa a cena. Logo, fico sentindo saudades da viagem. Sinto falta da natureza completando a minha alma. O que eu sinto não pode ser repassado para as palavras. É estranho. É maravilhoso.
Por fim, queria dizer que o folhetim não sai hoje por motivos óbvios. Para semana, dou continuidade.
E como diria William Bonner: Boa noite.
Uma angústia e uma oportunidade
por Petrus em jun.20, 2009, em Outros
Pingos de chuva caem do denso céu em uma tarde de Julho. As pessoas, fazendo seus afazeres, caminham serenamente. O silêncio, estranho para essa cidade movimentada, reina. Esse é o perfil da paisagem que um rapaz, aparentado conter 20 anos, vê pela janela do ônibus que está pegando carona. Ele assiste o exterior como se fosse um filme projetado nas janelas. E, indiscutivelmente, parece tenso e pensativo. Parece que tem problemas. Óbvio. Esse sentimento é claro no rosto do rapaz.
O ônibus anda lentamente pela avenida, pois a mesma está alagada. Os carros, mais baixos, sofrem para passar. Os motoristas fazem de tudo para que seu veículo não morra. Porém, essa preocupação é em vão, pois há outros obstáculos camuflados pelas águas. E o motorista do ônibus notou isso quando, inesperadamente, o seu veículo caiu em um buraco que estava sob as águas. Imediatamente, o ônibus para. Consequentemente, o motor morreu. Os passageiros, preocupados, olham pela janela procurando pelo motivo da parada. Ouve-se uma tentativa frustrada de religar o motor. Nada. Os passageiros esperam apreensivos. Porém, nada. O motorista olha para traz, onde estão os passageiros. O rapaz, citado no começo, suspira e se levanta para caminhar rumo à porta. Os demais, assistindo a ação do rapaz, o seguem. Logo, o ônibus fica vazio, deixando o motorista e o cobrador frustrados.
"Olha para uma poça d’água que está sendo bombardeada pelos pingos de chuva."
Manchas de lama são visíveis em seus sapatos. Suas roupas estão encharcadas. Mais um contratempo, pensa o rapaz. Tivera de correr muito para achar um abrigo decente. Agora, olha ao redor, procurando um local para se sentar. Não demora muito para encontrar um banco próximo. Automaticamente, ele se senta nesse assento. Olha para uma poça d’água que está sendo bombardeada pelos pingos de chuva. Tende a cabeça para baixo e fecha os olhos. Suspira. Tenso. Pensativo. Imagens passam em sua mente. Lembranças dos últimos meses são repassadas. Lágrimas escorrem em sua face. A tristeza agora é completamente visível. Ele cobre o rosto para que ninguém o veja chorando. Ineficaz. Agora passa a mão pela cabeça. Volta a olhar a poça. A chuva cai com mais veemência. O silêncio do início do dia é substituído pelo ruído constante dos pingos atingindo o solo. O rapaz se levanta e vai à chuva. Ele levanta a face em direção ao céu nublado. Ele sente os pingos. Suas lágrimas são lavadas pela água da chuva. Sua alma se sente triste. Ele abre os olhos e vê um edifício. Pensa. Respira. Agora, caminha rumo ao edifício.
O vento constante somado a gotas de chuva faz com que o rapaz se sentisse bombardeado por pequenos alfinetes. A sua respiração está rápida. Tenta dá passos, mas é complicado. Ele tem medo de altura. Porém, ele está no alto de um prédio prestes a vencer esse medo e, consequentemente, por um fim a sua tristeza. Ele está decidido. E assim, chegou ao batente, ao precipício. Olha para baixo. Sente náuseas. Fecha os olhos e respira fundo. Ele imagina uma face. Uma face feminina. Ela chora. Olhos vidrados. Ele chora. Imagina uma vida sem ela. Impossível. Pensando nisso, decide abrir olhos e vê o céu pela última vez. A cor cinza melancólica encheu os seus olhos. Essa era a despedida que o mundo reservou, pensou o rapaz. Fechou os olhos. Está pronto. Porém, ele sente algo. Algo quente. Sente a sua face aquecer. Abriu os olhos. Raios de luz o ofuscaram. O sol ofusca. A chuva cessa. Uma brecha nas nuvens apareceu e o sol ilumina o mundo. O rapaz vê tudo aquilo. Abaixa a cabeça e enxuga as lágrimas. Dá dois passos para trás e vai embora.
O rapaz, novamente no ônibus, olha pela janela. Olha a paisagem. Novamente, é como se estivesse assistindo um filme projetado na janela. Diferente da manhã, ele vê um mundo diferente. Não um mundo escuro, como antes, mas sim um mundo iluminado.
Houston e a Mona Lisa
por Petrus em jun.16, 2009, em Outros
Estava eu digitando o primeiro episódio do “Mato porque te amo” quando os computadores começaram a piscar e o meu gato a miar. Uma voz eletrônica ecoou pela casa dizendo: “Houston. We have a problem!”
Eu, em santa agonia, comecei a gritar pela minha mãe e a procurar o problema. Olho para a tela do computador e me deparo com um texto medíocre que precisava melhorar. Porém, não haveria tempo de postar para o dia de terça-feira, hoje. E é por isso que estou aqui para pedir desculpa a vocês, leitores, por esse meu deslize. Eu anunciei o folhetim com muita antecedência. Não devia… Então, espero que vocês entendam a minha situação.
Para tapar o buraco, eu queria comentar uma coisa:
Quando eu digitava o romance, eu me senti vigiado. Olhei para os lados, mas não havia ninguém no aposento. Olhei para fora e me deparei com alguns pombos que queimavam um ar-condicionado. Nada de mais. Voltei aos meus afazeres. Porém, ainda tinha o sentimento de estar sendo observado. Olho novamente para o aposento, com mais atenção. É aí que me assusto. Uma mulher vestida à moda medieval me olhava profundamente nos olhos. Suas mãos entrelaçadas repousavam em seu colo. E um sorriso zombador em sua face. Era a Mona Lisa. Era um quadro da Mona Lisa que tinha na parede.
Agora, estou interessado, tentando desvendar o motivo de seu sorriso. O que ela está pensando? Está com cara de que quer comer. Parece esfomeada. Ou será que quer ser comida? Vai saber… Só sei que consegui enrolar, só por hoje.

SORTE DO DIA
por Petrus em jun.14, 2009, em Cotidiano, Outros
Eu acho que vou usar o dia de domingo para postar histórias moralistas escritas por mim. Sei lá. Eu queria fazer algo bom para sociedade. E é através dessa formula que eu vou fazer isso. Acompanhe, na íntegra, a história de um rapaz que sofreu com “sorte do dia” do orkut.
SORTE DO DIA
Um rapaz, na faixa de 20 anos de idade, estava internado em um hospital particular. Um dia o visitei, pois ele era meu amigo. Ao entrar no quarto, ele estava assistindo televisão e a me ver ele fez uma festa de impressionar, já que seu estado físico era lamentável.
-Malandro! Finalmente veio me visitar? Pensava que tinha me esquecido! – falou Rafael, pois esse era o nome dele.
-Que nada cara… Eu fui saber hoje que você estava internado. O que houve? Você está um caco.
-Nem te falo… Tudo por causa do maldito Orkut.
-Orkut? – falei, estranhando isso. Como o Orkut, um site de relacionamentos da internet poderia fazer isso com uma pessoa?
-Mais precisamente a “sorte do dia” do Orkut.
-Por que a “sorte do dia”? – lembro-me de ter feito uma cara de que não está entendendo nada, já que a “sorte do dia” era nada mais que uma frase que aparecia na página principal do Orkut.
-Pois é amigo… Nunca confie nessas frases, é um lixo.
-Por quê? – falei segurando uma risada. Já imaginava o que ele diria.
-Por quê? Eu vou te dizer o porquê.
“Semana passada, eu estava me preparando para um jogo importante do meu time. Já tinha juntado dinheiro suficiente para a entrada do estádio. Eu estava com tanta boa vontade para ir ao jogo, que nem me preocupei com a fila gigantesca da bilheteria. Passei doze horas debaixo de sol. Quando finalmente chega a minha, as misérias dos ingressos se esgotam. Eu nunca tinha sentido tanta raiva quanto naquele dia! Voltei para casa frustrado… Liguei meu computador e acessei o Orkut. Ao entrar no mesmo, foi como se Deus tivesse falado comigo e me dado uma idéia. Ao ler a “sorte de hoje” daquele dia, eu fiquei pasmo quando raciocinei o que estava escrito. A frase dizia: “Você será muito bem recebido em qualquer grupo”. Eu passei alguns segundos pensando e tive uma grandiosa idéia! Sai correndo de casa em direção ao estádio com toda a felicidade no meu rosto. Chegando lá, comprei um ingresso para a arquibancada da torcida adversária…”
-Adversária? Tu és louco? – lembro-me de ter ficado pasmo ao ouvir aquilo.
-Queres me deixar eu terminar a história, por favor?
-Claro… Termine!
-Pois bem…
“Eu comprei um ingresso da arquibancada da torcida adversária porque eu tinha pensado o seguinte: se a “sorte de hoje” estiver certo, eu poderei entrar no meio da torcida adversária e serei muito bem recebido”. E fiz exatamente isso… No dia do jogo, eu vesti a camisa do meu time e fui ao estádio. Quando entrei na arquibancada adversária, notei que vários olhares voltaram-se contra mim. Nem liguei, pois estava confiante na frase do Orkut. Ao sentar, senti que muitos me rodearam, e pensei logo que eles iriam me cumprimentar. Quando dei por mim, uma voz gritou no meio da multidão: MAAATAAAAAA!”
-Caraca… Então é por isso que você está aqui? – falei, rindo.
-Sim… Depois dessa, nunca mais vou confiar na “sorte de hoje” do Orkut. NUNCA mais…
MORAL DA HISTÓRIA: É melhor ficar na tua do que tentar seguir frases moralistas. Só não comece com essa!
Olá, distintos internautas e brasileiros
por Petrus em jun.12, 2009, em Outros
A partir de agora, o internauta, principalmente o brasileiro, tem mais um motivo de navegar pela internet. Visitar um site informativo e analisar criticamente, através de vários ângulos, o desempenho do seu país. É claro que estou falando, nada menos, que a musa do brasileirão! Meu Deus. Até os nerds que não sabem nada de futebol vão querer se meter nas táticas dos seus times. Na moral. Cada uma com o seu posicionamento que é, geralmente, ofensivo. Isso é para deixar qualquer marmanjo babando!
Em segundo plano, estou estreando este blog com o pé esquerdo (pois, no futebol chuto melhor com ele). Meu nome é Petrus Petrônio. A associação do meu nome com petróleo é inevitável. Isto não está a salvo para outros trocadilhos. E antes que você já faça alguma brincadeira, eu só vou me apresentar aqui como Petrus Barbosa. Sou Pernambucano e, é claro, brasileiro. E assim como milhões de padeiros, surfistas, metalúrgicos e ninjas, sou mais um que acha que entende de política, futebol e de dezenas de fatos do dia-a-dia. O suficiente para saber que 2+2=4 e que pizzas só devem existir na pizzaria, não em câmaras legislativas.
No mais, agradeço que vocês estejam lendo esse blog. Agora, eu vou voltar aos meus afazeres solenes. Claro, ficar vendo as musas do brasileirão.
