Arquivo de junho, 2009
Mato porque te amo – EPISÓDIO 1
por Petrus em jun.23, 2009, em Folhetins
Eu, em minha solidão, vejo através da janela de minha residência esse cenário presenteado pela natureza. Como o crepúsculo é belo! Olho e lembro-me dos meus tempos de eu menina. Lembro da claridade que a infância representava. Lembro dos últimos raios. Lembro da escuridão que foi instaurada.
Matem-me e amarrem-me. Prenda-me em celas sombrias onde jamais possa sentir o calor humano, o cheiro de podridão que emana dos corpos que eu deixei durante a minha vida. Apenas um puro ato reflexo dos meus momentos de busca. De loucura. De ciúme.
Odeio esta vida que não me pertence e este corpo que não condiz com a minha alma. Estou farta desta existência medíocre em que propriamente aprisionei. Presa nesta condição de assassina. Presa nessas quatro paredes erguidas pela consciência pesada. Servir a morte para alcançar o que eu desejava! O amor! Me fez seguir esse caminho para que no final cortasse as minhas asas! Agora, meu amor, só faço relembrar o meu passado manchado em sangue, enquanto eu bebo esse Martini misturado com uma 51.
Uma angústia e uma oportunidade
por Petrus em jun.20, 2009, em Outros
Pingos de chuva caem do denso céu em uma tarde de Julho. As pessoas, fazendo seus afazeres, caminham serenamente. O silêncio, estranho para essa cidade movimentada, reina. Esse é o perfil da paisagem que um rapaz, aparentado conter 20 anos, vê pela janela do ônibus que está pegando carona. Ele assiste o exterior como se fosse um filme projetado nas janelas. E, indiscutivelmente, parece tenso e pensativo. Parece que tem problemas. Óbvio. Esse sentimento é claro no rosto do rapaz.
O ônibus anda lentamente pela avenida, pois a mesma está alagada. Os carros, mais baixos, sofrem para passar. Os motoristas fazem de tudo para que seu veículo não morra. Porém, essa preocupação é em vão, pois há outros obstáculos camuflados pelas águas. E o motorista do ônibus notou isso quando, inesperadamente, o seu veículo caiu em um buraco que estava sob as águas. Imediatamente, o ônibus para. Consequentemente, o motor morreu. Os passageiros, preocupados, olham pela janela procurando pelo motivo da parada. Ouve-se uma tentativa frustrada de religar o motor. Nada. Os passageiros esperam apreensivos. Porém, nada. O motorista olha para traz, onde estão os passageiros. O rapaz, citado no começo, suspira e se levanta para caminhar rumo à porta. Os demais, assistindo a ação do rapaz, o seguem. Logo, o ônibus fica vazio, deixando o motorista e o cobrador frustrados.
"Olha para uma poça d’água que está sendo bombardeada pelos pingos de chuva."
Manchas de lama são visíveis em seus sapatos. Suas roupas estão encharcadas. Mais um contratempo, pensa o rapaz. Tivera de correr muito para achar um abrigo decente. Agora, olha ao redor, procurando um local para se sentar. Não demora muito para encontrar um banco próximo. Automaticamente, ele se senta nesse assento. Olha para uma poça d’água que está sendo bombardeada pelos pingos de chuva. Tende a cabeça para baixo e fecha os olhos. Suspira. Tenso. Pensativo. Imagens passam em sua mente. Lembranças dos últimos meses são repassadas. Lágrimas escorrem em sua face. A tristeza agora é completamente visível. Ele cobre o rosto para que ninguém o veja chorando. Ineficaz. Agora passa a mão pela cabeça. Volta a olhar a poça. A chuva cai com mais veemência. O silêncio do início do dia é substituído pelo ruído constante dos pingos atingindo o solo. O rapaz se levanta e vai à chuva. Ele levanta a face em direção ao céu nublado. Ele sente os pingos. Suas lágrimas são lavadas pela água da chuva. Sua alma se sente triste. Ele abre os olhos e vê um edifício. Pensa. Respira. Agora, caminha rumo ao edifício.
O vento constante somado a gotas de chuva faz com que o rapaz se sentisse bombardeado por pequenos alfinetes. A sua respiração está rápida. Tenta dá passos, mas é complicado. Ele tem medo de altura. Porém, ele está no alto de um prédio prestes a vencer esse medo e, consequentemente, por um fim a sua tristeza. Ele está decidido. E assim, chegou ao batente, ao precipício. Olha para baixo. Sente náuseas. Fecha os olhos e respira fundo. Ele imagina uma face. Uma face feminina. Ela chora. Olhos vidrados. Ele chora. Imagina uma vida sem ela. Impossível. Pensando nisso, decide abrir olhos e vê o céu pela última vez. A cor cinza melancólica encheu os seus olhos. Essa era a despedida que o mundo reservou, pensou o rapaz. Fechou os olhos. Está pronto. Porém, ele sente algo. Algo quente. Sente a sua face aquecer. Abriu os olhos. Raios de luz o ofuscaram. O sol ofusca. A chuva cessa. Uma brecha nas nuvens apareceu e o sol ilumina o mundo. O rapaz vê tudo aquilo. Abaixa a cabeça e enxuga as lágrimas. Dá dois passos para trás e vai embora.
O rapaz, novamente no ônibus, olha pela janela. Olha a paisagem. Novamente, é como se estivesse assistindo um filme projetado na janela. Diferente da manhã, ele vê um mundo diferente. Não um mundo escuro, como antes, mas sim um mundo iluminado.
Eu sou jornalista!
por Petrus em jun.19, 2009, em Cotidiano, Política
Estava eu navegando pela internet (precisamente mofando no Orkut) quando me deparo por uma notícia que se diz relacionado aos meritíssimos do Supremo Tribunal Federal. Esta notícia me deixou bastante incomodado. Veja, você mesmo, a notícia.
O jornalista não precisa mais do diploma do curso de Jornalismo para exercer a profissão. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por oito votos a um que é inconstitucional a exigência do diploma de Jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho como condição para o exercício da profissão de jornalista.
Relator do caso no STF, o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, disse que o jornalismo é uma profissão diferenciada, que tem vinculação com o exercício amplo das liberdades de expressão e de informação. Segundo ele, exigir o diploma de quem exerce jornalismo é contra a Constituição Federal, que garante essas liberdades.
Isto se deve a uma lei criada durante os nossos “queridos” tempo ditatoriais. E agora, um bucado de anos depois, é que ela acaba. Mas você, querido leitor, deve está se perguntando “Sim, e daí?”. E eu lhe respondo, necessariamente com mais perguntas: Quer dizer que qualquer miserável pode ser um repórter agora? Basta ter um microfone em mãos e um meio de comunicação que te contrate? Quer dizer, amigos, que agora eu posso ser considerado repórter, só porque eu estou escrevendo neste blog mixuruca?
Sim, amigos. A resposta para todas essas perguntas é sim (menos o meu blog ser mixuruca!). A profissão de repórter, em minha opinião, se tornou simples. A paixão por essa carreira ficou mais abalada. O valor decaiu.
Agora, avaliando por termos constitucionais, os fundamentos usados no STF são fracos. A constituição autoriza a liberdade de exercício da profissão desde que atendidos os requisitos para tal… É uma norma de eficácia limitada nesses casos. Portanto, a tese do ministro do STF é refutável!
E mesmo assim os meios de comunicação, a comunidade do jornalismo ainda vai continuar exigindo o diploma de jornalismo. Ou talvez, as vias de comunicação comecem a contratar repórteres sem diploma… Por via das dúvidas, estou indo agora mesmo na Rede Globo para vê se acho uma vaga de jornalista. Talvez eu possa substituir Galvão Bueno, pois a minha voz de pato é mais agradável que a narração dele.
Houston e a Mona Lisa
por Petrus em jun.16, 2009, em Outros
Estava eu digitando o primeiro episódio do “Mato porque te amo” quando os computadores começaram a piscar e o meu gato a miar. Uma voz eletrônica ecoou pela casa dizendo: “Houston. We have a problem!”
Eu, em santa agonia, comecei a gritar pela minha mãe e a procurar o problema. Olho para a tela do computador e me deparo com um texto medíocre que precisava melhorar. Porém, não haveria tempo de postar para o dia de terça-feira, hoje. E é por isso que estou aqui para pedir desculpa a vocês, leitores, por esse meu deslize. Eu anunciei o folhetim com muita antecedência. Não devia… Então, espero que vocês entendam a minha situação.
Para tapar o buraco, eu queria comentar uma coisa:
Quando eu digitava o romance, eu me senti vigiado. Olhei para os lados, mas não havia ninguém no aposento. Olhei para fora e me deparei com alguns pombos que queimavam um ar-condicionado. Nada de mais. Voltei aos meus afazeres. Porém, ainda tinha o sentimento de estar sendo observado. Olho novamente para o aposento, com mais atenção. É aí que me assusto. Uma mulher vestida à moda medieval me olhava profundamente nos olhos. Suas mãos entrelaçadas repousavam em seu colo. E um sorriso zombador em sua face. Era a Mona Lisa. Era um quadro da Mona Lisa que tinha na parede.
Agora, estou interessado, tentando desvendar o motivo de seu sorriso. O que ela está pensando? Está com cara de que quer comer. Parece esfomeada. Ou será que quer ser comida? Vai saber… Só sei que consegui enrolar, só por hoje.

Terça-feira é dia de Folhetim!
por Petrus em jun.15, 2009, em Folhetins
Após dezenas de romances negados pelas maiores editoras do mundo, resolvi dedicar o dia de Terça-Feira para as minhas histórias. Ou seja, o dia do folhetim. E como primeiro romance, apresento-lhes o “Mato porque te amo”. Uma história criada por mim durante os meus anos nas masmorras de umas terras distantes, dos quais ainda aturo todos os dias, o meu colégio. Lembro-me ainda os momentos tenebrosos quando o carcereiro olhava-me nos olhos e me torturava com definições biológicas sobre os dinoflagelados e a sua maré vermelha. E foi somente quando fiquei livre por alguns instantes daquela tortura que a idéia deste romance veio à tona.
Tu, caro leitor, deves estar se perguntando do que se trata essa história. E eu, como um bom blogueiro, irei lhe dizer. Trata-se da história de uma jovem apaixonada, chamada Victoria da Silva, que nasceu em um berço amaldiçoado pela guerra. No dia que ela nasceu, um bairro qualquer do Rio de Janeiro estava sendo palco de um confronto entre a polícia e os traficantes. Sua mãe estava grávida de 8 meses quando uma bomba caiu no quintal de sua casa. Ela levou um susto tão grande que a filha nasceu. Com o passar do tempo, ela cresceu e se tornou uma moça bem sucedida, dona de uma vasta rede de cosméticas. Agora, milionária, ela tenta se casar. Porém, nada vai certo, levando-a a se transformar em uma homicida em série.
Amanhã, dia de terça-feira, o primeiro capítulo do romance “Mato porque te amo” que terá muito suspense e, se os leitores quiserem, alguns momentos picantes.
Falando no cinema
por Petrus em jun.15, 2009, em Cotidiano
Um dia desses presenciei um fato interessante. Estava eu, em minha inocência, com meus amigos no cinema. Sentávamos na última fila da sala, pois neste cinema é o melhor lugar para se assistir um filme. E como costume, ficávamos brincando e conversando. Quando do nada, um jovem, de aproximadamente 21 anos, chamou a nossa atenção e pediu para ficarmos em silêncio. Entreolhamos e rimos. O filme nem começara. Explicamos isso a ele. Ele entendeu.
O filme começou e todos ficaram calados. Porém, algo começou a incomodar. Um barulho estranho de sucção. Era incomodante! E quando olhamos para frente, lá estava o rapaz, que reclamara com a gente, se agarrando com a sua namorada. Eles se beijavam de um jeito medonho. Sei lá… Parecia que eles estavam em uma luta épica para vê quem engolia o outro primeiro. A garota parecia querer ganhar a batalha, tanto que ela começou a usar uma de suas armas secretas: começou a levantar a camisa (isso equivalia, em termos épicos, uma jogada de areia nos olhos do inimigo). A distração funcionou. A garota avançou sobre o rapaz, aplicando-lhe vários beijos. A batalha ganhara aspectos picantes.
Porém, não éramos mais os únicos que se encontravam incomodados. Um senhor olhava aquilo tudo com repugnância, até que, agindo como um papa que aplica a paz de Deus, mandou os dois pararem. O casal, envergonhado, se ajeitou e começaram a assistir ao filme educadamente. Era notável que os dois mal esperavam o fim da trégua para voltarem a lutar. Mas isso, por sinal, só aconteceria ao final do filme, pois o senhor os vigiava arduamente. E nós, assistindo a tudo isso, ríamos de acabar. Eu não consegui segurar-me e falei para o cara:
-Depois éramos nós que atrapalhávamos, nê?
O cara ficou mudo. Por resto, o filme transcorreu bem.
Hoje, eu penso nesse fato e morro de rir. E agora, resolvi compartilhar com mais alguém. E digo mais: conversar no cinema é normal. Só não vão muito além, por favor. E quando digo ir além, é além mesmo! Muito depois do quesito conversa!

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SORTE DO DIA
por Petrus em jun.14, 2009, em Cotidiano, Outros
Eu acho que vou usar o dia de domingo para postar histórias moralistas escritas por mim. Sei lá. Eu queria fazer algo bom para sociedade. E é através dessa formula que eu vou fazer isso. Acompanhe, na íntegra, a história de um rapaz que sofreu com “sorte do dia” do orkut.
SORTE DO DIA
Um rapaz, na faixa de 20 anos de idade, estava internado em um hospital particular. Um dia o visitei, pois ele era meu amigo. Ao entrar no quarto, ele estava assistindo televisão e a me ver ele fez uma festa de impressionar, já que seu estado físico era lamentável.
-Malandro! Finalmente veio me visitar? Pensava que tinha me esquecido! – falou Rafael, pois esse era o nome dele.
-Que nada cara… Eu fui saber hoje que você estava internado. O que houve? Você está um caco.
-Nem te falo… Tudo por causa do maldito Orkut.
-Orkut? – falei, estranhando isso. Como o Orkut, um site de relacionamentos da internet poderia fazer isso com uma pessoa?
-Mais precisamente a “sorte do dia” do Orkut.
-Por que a “sorte do dia”? – lembro-me de ter feito uma cara de que não está entendendo nada, já que a “sorte do dia” era nada mais que uma frase que aparecia na página principal do Orkut.
-Pois é amigo… Nunca confie nessas frases, é um lixo.
-Por quê? – falei segurando uma risada. Já imaginava o que ele diria.
-Por quê? Eu vou te dizer o porquê.
“Semana passada, eu estava me preparando para um jogo importante do meu time. Já tinha juntado dinheiro suficiente para a entrada do estádio. Eu estava com tanta boa vontade para ir ao jogo, que nem me preocupei com a fila gigantesca da bilheteria. Passei doze horas debaixo de sol. Quando finalmente chega a minha, as misérias dos ingressos se esgotam. Eu nunca tinha sentido tanta raiva quanto naquele dia! Voltei para casa frustrado… Liguei meu computador e acessei o Orkut. Ao entrar no mesmo, foi como se Deus tivesse falado comigo e me dado uma idéia. Ao ler a “sorte de hoje” daquele dia, eu fiquei pasmo quando raciocinei o que estava escrito. A frase dizia: “Você será muito bem recebido em qualquer grupo”. Eu passei alguns segundos pensando e tive uma grandiosa idéia! Sai correndo de casa em direção ao estádio com toda a felicidade no meu rosto. Chegando lá, comprei um ingresso para a arquibancada da torcida adversária…”
-Adversária? Tu és louco? – lembro-me de ter ficado pasmo ao ouvir aquilo.
-Queres me deixar eu terminar a história, por favor?
-Claro… Termine!
-Pois bem…
“Eu comprei um ingresso da arquibancada da torcida adversária porque eu tinha pensado o seguinte: se a “sorte de hoje” estiver certo, eu poderei entrar no meio da torcida adversária e serei muito bem recebido”. E fiz exatamente isso… No dia do jogo, eu vesti a camisa do meu time e fui ao estádio. Quando entrei na arquibancada adversária, notei que vários olhares voltaram-se contra mim. Nem liguei, pois estava confiante na frase do Orkut. Ao sentar, senti que muitos me rodearam, e pensei logo que eles iriam me cumprimentar. Quando dei por mim, uma voz gritou no meio da multidão: MAAATAAAAAA!”
-Caraca… Então é por isso que você está aqui? – falei, rindo.
-Sim… Depois dessa, nunca mais vou confiar na “sorte de hoje” do Orkut. NUNCA mais…
MORAL DA HISTÓRIA: É melhor ficar na tua do que tentar seguir frases moralistas. Só não comece com essa!
A Câmara é uma sala de aula
por Petrus em jun.13, 2009, em Política
Hoje, em um dia normal na minha vida, notei algo em que eu simplesmente desprezava e que, indiscutivelmente, a maioria dos brasileiros também despreza. Essa coisa que eu descobri continua, para mim, uma coisa desprezível. Mesmo que seja até certo ponto. Essa coisa é nada menos que a Câmara dos Deputados. Assistir o canal dessa casa do governo é simplesmente chato. Vê os nossos representantes “praticando” a democracia é, infelizmente, desconcertante. É ridículo. E eu não só falo de boca para fora, ou melhor, digito dos dedos para fora. Eu vou explicar melhor.
Ao ligar a televisão à cabo, eu, não sei o porquê, resolvi mudar para o canal dedicado a Câmara, a TV CÂMARA, e perder meu seriado preferido, HOUSE. Inicialmente, notei que eles estavam falando sobre uma medida provisória sobre o programa habitacional cuja finalidade é atender famílias com renda de até 12 salários mínimos. Porém, não é isso que quero tratar. O que eu quero tratar é sobre a aparência da Câmara dos Deputados em relação a minha sala de aula.
Se prestar atenção, a câmara é basicamente uma sala de aula. Os deputados são os alunos que ficam sentados ouvindo a pessoa que fica a frente ensinando. O presidente é o professor que “tenta” botar ordem na sala e, muitas vezes, se rende e fica nem aí se os seus queridos alunos estão prestando atenção. Conseqüentemente, os bagunceiros ficam em pé, vadiando pela sala, conversando com seus amigos sobre o churrasco, a pelada ou um programa qualquer que teve no final de semana. Alguns teimam em usar o celular durante a aula e passam horas falando com pessoas que eu não vou citar. Os mais desinteressados praticamente matam a aula. Basta olhar pelo plenário e vê as dezenas de cadeiras vazias. É bom dizer que esses alunos desinteressados geralmente não fazem o dever de casa e consequentemente não entendem direito o que estão estudando. E por fim, vale salientar que existem, é claro, nerds que teimam prestar atenção. Porém, o professor não está nem aí se seus queridos alunos estão aprendendo, pois ele está pensando se deve aplicar zero a todos na prova que se diz ser sobre o comportamento diante o dever de fazer, simplesmente, o seu dever.
Logo, a única diferença em relação a minha sala é que não existem tantos alunos matando aula. Nem um professor que não liga para seus queridos alunos. Ou seja, a ordem existe em um reduto de jovens enquanto um bom número de deputados fica se aproveitando do título de político para simplesmente fingir que estão fazendo um trabalho bem feito.
OBS: Este texto está meio desatualizado. A data escrita foi 20 de maio de 2009. Só para constar.
Olá, distintos internautas e brasileiros
por Petrus em jun.12, 2009, em Outros
A partir de agora, o internauta, principalmente o brasileiro, tem mais um motivo de navegar pela internet. Visitar um site informativo e analisar criticamente, através de vários ângulos, o desempenho do seu país. É claro que estou falando, nada menos, que a musa do brasileirão! Meu Deus. Até os nerds que não sabem nada de futebol vão querer se meter nas táticas dos seus times. Na moral. Cada uma com o seu posicionamento que é, geralmente, ofensivo. Isso é para deixar qualquer marmanjo babando!
Em segundo plano, estou estreando este blog com o pé esquerdo (pois, no futebol chuto melhor com ele). Meu nome é Petrus Petrônio. A associação do meu nome com petróleo é inevitável. Isto não está a salvo para outros trocadilhos. E antes que você já faça alguma brincadeira, eu só vou me apresentar aqui como Petrus Barbosa. Sou Pernambucano e, é claro, brasileiro. E assim como milhões de padeiros, surfistas, metalúrgicos e ninjas, sou mais um que acha que entende de política, futebol e de dezenas de fatos do dia-a-dia. O suficiente para saber que 2+2=4 e que pizzas só devem existir na pizzaria, não em câmaras legislativas.
No mais, agradeço que vocês estejam lendo esse blog. Agora, eu vou voltar aos meus afazeres solenes. Claro, ficar vendo as musas do brasileirão.
